segunda-feira, 2 de novembro de 2009

A vida dos Livros



Autobiografia de irmã de Castro considerada de baixa moral.

A autobiografía de Juanita Castro, irmã de Raul e Fidel Castro, é "uma operação comercial de mau gosto e baixo perfil moral", assegura uma revista do ministério da Cultura de Cuba, na primeira reacção oficial à publicação.
"Mediante técnicas de reciclagem e marketing político que incluem publicidade, manipulação e sensacionalismo, a indústria do anticastrismo em Miami, con o apoio da
editorial Santillana e do Grupo PRISA de Espanha, lançou
no mercado um novo produto: Memórias de Juanita Castro", diz um artigo da revista "La Jiribilla".
A nota intitula-se "Memórias para o esquecimento" rompe o silêncio oficial sobre o lançamento do livro da irmã do actual Presidente de Cuba e do seu antecessor no cargo.

Prémio Goncourt para Marie NDiaye

O Goncourt, o mais prestigiado prémio literário em Francês, foi atribuído a Marie NDiaye, francesa de pai senegalês, pelo livro "Três mulheres poderosas", que conta três destinos divididos entre a Europa e África.
Marie NDiaye, de 42 anos, é a primeira mulher a ganhar o Goncourt desde 1998.
Com "Papa doit manger", a autora conseguiu o feito raro de entrar no repertório da Comédie-Française.

Saramago e as indústrias de armamento:

O escritor José Saramago revelou que o seu próximo livro, já iniciado, "não será sobre o Corão", mas sobre algo "tão importante como todos os livros sagrados do mundo": a ausência de greves na indústria de armamento.
"Por que não há greves na indústria do armamento?", interrogou-se, em Madrid, Saramago ao apresentar a sua nova novela, "Caim", na Casa de América de Madrid e romper, contra o seu hábito, o segredo que costuma guardar até final sobre o livro que está a escrever em cada momento.
A greve a que se referia o Nobel da Literatura não é a que se faz por "reivindicação salarial", mas a uma em que ostrabalhadores -"quase todos engenheiros", disse - deixem de "construir armas" porque servem para "matar pessoas".
"Esse é o tema: as armas, quem as faz, e quem as trafica. Estão em todo o lado". A televisão mostra continuamente cenas de violência o que deixa claro que "a vida humana não tem nenhuma importância", explicou.

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